Desde os tempos bíblicos em Nazaré, onde aceitou a missão divina proposta pelo Anjo Gabriel, Maria tem sido um símbolo de fé, obediência e amor incondicional. Em Nazaré, ela desempenhou um papel crucial como mãe de Jesus, apoiando-O e estando ao Seu lado em momentos cruciais da Sua vida.
À medida que o Cristianismo se desenvolvia, a devoção a Maria também crescia. No Pentecostes, ela estava presente com os apóstolos, tornando-se uma figura central na formação da Igreja primitiva. Com o passar dos séculos, sua importância teológica foi solidificada, principalmente no Concílio de Éfeso em 431 dC, onde foi proclamada “Mãe de Deus”, refutando as ideias dos nestorianistas que desafiavam este título.
Em 1846, nas montanhas de La Salette na França, onde Maria apareceu a duas crianças, transmitindo uma mensagem de conversão, reconciliação, oração e esperança.
Ao longo dos séculos, de Nazaré a La Salette, Maria permanece como um farol de esperança, intercessão e amor maternal, guiando os fiéis em sua jornada espiritual.
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